- 27 de jul.
Hoje, a numerologia traz a energia da audácia: um convite para agir com coragem, confiar em si mesma e dar um passo em direção ao que faz sentido para a sua alma.
27 de Julho: Audácia com Sabedoria
A Lua Crescente em Capricórnio lembra que os sonhos se concretizam quando caminhamos com disciplina, responsabilidade e constância. Ao mesmo tempo, os aspectos do céu pedem atenção para não agir por impulso ou entrar em disputas de poder. Antes de responder ou decidir, faça uma pausa e ouça o seu coração.
A carta do dia, o 6 de Copas, (veja o vídeo da semana), traz uma mensagem de acolhimento. Ela nos convida a olhar para nossa história com carinho, reconhecendo que cada experiência nos transformou na pessoa que somos hoje. O passado pode ser uma fonte de referência, mas não deve limitar o futuro.
O anjo regente de hoje, Nemamiah, inspira um momento de purificação interior e de escuta da alma. Silencie o excesso de ruídos externos e permita que sua intuição mostre o próximo passo.
💛 Frase de Inspiração
“Antes da coragem é preciso serenidade.”
🌿 Exercício de Gratidão
Lembre-se de uma ocasião da sua vida em que precisou ter coragem. Agradeça pela coragem que você já tem, mas que talvez esteja apenas adormecida.
Finalize dizendo:
"Agradeço pelo caminho percorrido. Confio na minha essência. Recebo com coragem e gratidão tudo o que a vida está preparando para mim."
- 27 de mai.
Era uma vez (e continua a ser), um rio de muitas histórias…
Se permitimos, lembranças embotadas ou abortadas vêm à luz
E são transmutadas:
Memórias afetadas se tornam memórias afetivas,
e vemos mãos entrelaçadas no lugar de braços cruzados.
Quando integramos e não excluímos,
há paz.
E na paz, tudo está pago, não há pendências.
E, livres de dívidas e dúvidas, temos liberdade e força para seguir em frente.
Quando sinto, no centro do meu ser, que eu não sou só, que faço parte de algo muito anterior à minha existência,
então, me vejo bem comum e bem pequena, e consigo seguir mais leve.
E, leve, vou mais longe.
E, pequena, posso me tornar grande.
E, comum, posso ser do meu jeito.
E, como ponta final desse fio da vida, posso ser vida, em honra à morte dos que não puderam ficar.
E posso servir do meu lugar, e ser vista como eu mesma, não mais ovelha negra (ou patinho feio).
No espelho, imagino atrás de mim
Meus pais e avós e pessoas que não conheci
Não são desconhecidos, são bem familiares!
Agora, é comigo. Eu por mim.
Agora, eu posso. Porque tomei posse da Vida que há em mim.
Metade pai, metade mãe. É assim que é.
Eu aceito e respeito.
Não foi como “tinha” que ser; e sim,
Foi como foi possível.
O Amor sempre dá um jeito de criar Vida. E a Vida sempre está a serviço do Amor. E a Morte sempre está a serviço da Vida.
A Morte não é ruim, é necessário o fim.
No tempo certo tudo acaba, mas não deixa de existir.
Ainda que meus olhos não vejam, muita coisa existe.
E agora, eu vejo!
Vejo o que se mostra quando estou pronto para ver,
e me despeço quando foi o suficiente.
Aqui, eu me recolho.
Acolho minha criança interna, como adulto que sou
Acolho minha fase, e dou a outra face ao futuro
E, dou um passo bem consciente para o novo
Com gratidão e sem pressa,
afinal, a Alma
é eterna.
- 5 de ago. de 2024

Eu sou o Mundo: o fecho de ouro, o desfecho da história;
a faixa de chegada, a fama e a vitória.
Sou a dançarina cósmica, a valsa de debutante,
o baile de formatura, a apoteose exuberante.
Sou o ovo profético, a fase que se completa:
a grinalda, a guirlanda, a coroa de louros,
e a coroa de flores. Sou o encontro
com o fim; enfim, seu lugar no mundo!
Eu sou o fim do caminho, os últimos passos,
o espaço em branco no fim do parágrafo.
Sou a certeza de que nada foi em vão,
tudo foi bem-vindo, tudo já vai indo.
Eu sou o Mundo, e comigo tudo combina,
tudo se cumpre e se afina.
Eu amarro pontas soltas, deixando tudo entrelaçado.
Eu sou o mundo que te habita,
a sala de espelhos das suas faces infinitas;
a moldura da obra que circula suas narrativas.
Construção contínua, volto ao ponto de partida
como o pesponto da costura, dou acabamento ao tecido.
Mas eu mesmo, não acabo, eu fico!
Com delicadeza, desenlaço certezas,
desfiando as tramas da vida no desfiladeiro da despedida.
Desfilo sem definhar: tudo só acaba quando termina.
Sou o momento da vida, em que tudo muda ao virar a esquina;
mas eu não tenho quina, nem canto; sou feito de curva infinita.
Danço conforme a música, navego na melodia, sigo o ritmo da vida.
Eu sou o Mundo, a volta para a casa, a nave-mãe, o útero, o fluxo.
Dizem que eu, O Mundo, dou voltas. Mas estou sempre no mesmo lugar:
por mais que eu gire, quem muda é você!
A mudança é inevitável. Sou o portal de saída e de entrada:
Olhe para trás, faça uma reverência ao que foi, e peça que seu passado te abençoe.
Porque só quem já viveu o que se passou tem força para passar para um novo viver.
Eu sou O Mundo e venho dizer que acabou.
Agora, está apenas começando!
